Como calcular os juros do boleto bancário?

O boleto bancário é um dos meios mais utilizados no Brasil para pagamento de contas e compras feita pela internet. Além de seguros, eles são fáceis de usar e uma boa alternativa para quem não tem cartão de crédito.

No entanto, quem atrasa o pagamento precisar arcar com juros e multas, que encarecem o valor da conta. Para saber de quanto será o aumento nessas situações, preparamos este post que ensina detalhadamente como calcular os juros do boleto. Então, prepare a calculadora e boa leitura!

Como funcionam os juros do boleto?

Os juros por atraso de pagamento de um boleto são conhecidos como juros de mora. Eles são uma penalização para o cliente que não efetua o pagamento no prazo estipulado.

Além disso, ainda pode ser acrescida uma multa como cobrança adicional pelo atraso.

A taxa de ambas as penalidades têm seus limites estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor. A multa não pode ser maior que 2% do total do boleto e independe do tempo de atraso. Já os juros são de no máximo 1% e variam de acordo com o número de dias, como será mostrado no exemplo a seguir.

Como calcular os juros do boleto?

Para demonstrar como o cálculo dos juros em boletos atrasados é feito, vamos pensar em uma conta de R$ 1000 com juros de 1% ao mês, o máximo permitido.

O primeiro passo é estabelecer o número de dias decorridos sem que o pagamento tenha sido feito, já que a cobrança é proporcional a isso. Nesse exemplo, o atraso será de 15 dias.

Dessa forma, considerando que um mês tem 30 dias, a taxa diária será de 0,033%. Assim, 15 dias de atraso significará juros de aproximadamente 0,5% (15 x 0,033). Como o boleto tem valor de R$1000, o resultado será uma cobrança extra de R$5, totalizando R$1005.

E como deve ser feito o cálculo da multa?

Esse ainda não é o total a ser pago para quitar o boleto em atraso, pois é preciso acrescentar a multa. Mas esse é um cálculo mais simples de ser feito.

Estimando a multa máxima de 2%, a conta é feita apenas sobre o valor inicial do boleto, excluindo os juros. Também não são levados em conta os dias de atraso. No exemplo, a multa seria de R$20. 

Logo, o valor atualizado do boleto de R$1000 com 15 dias de atraso é obtido somando o valor inicial + juros máximos de 1% proporcional ao período + multa de 2%. Portanto, para quitá-lo, seria preciso desembolsar R$1025.

Saber como calcular os juros do boleto é importante para perceber se cobranças indevidas estão sendo feitas. Todavia, o ideal é evitar atrasos nos pagamentos. Afinal, por mais que as taxas sejam relativamente pequenas, se somadas, elas são capazes de comprometer uma parte do orçamento que poderia ser destinada a outro fim. 

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Veja agora como limpar o seu nome no SPC

Cerca de 60 milhões de brasileiros começaram o ano de 2018 com o nome sujo na praça, de acordo com estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Os motivos para esse número tão alto são muitos e incluem desde a elevada taxa de desemprego até a falta de organização orçamentária de várias famílias.

Em comum entre todos os incluídos nesses cadastros está a vontade de sair da lista de inadimplentes o mais rápido possível, já que as desvantagens de estar com o nome sujo são consideráveis.

Portanto, se você quer saber como limpar o seu nome no SPC, continue a leitura!

Quais as consequências de estar com o nome sujo?

Estar com o nome sujo, além de ser desagradável por si só, pode oferecer algumas dificuldades.

A primeira consequência é a redução das linhas de crédito disponíveis. Com isso, ocorre o bloqueio de recursos como cartão de crédito cheque especial, além de ser necessário arcar com todas as taxas e multas decorrentes do atraso no pagamento.

Em um segundo momento, existe o risco do corte de serviços básicos, como água e energia elétrica. Por fim, em eventuais processos seletivos para novos empregos, pode haver uma preferência para aqueles com nome limpo entre dois candidatos de perfil similar.

O que fazer para limpar seu nome no SPC?

Diante dessa situação, o ideal é enfrentar o problema o quanto antes. Isso evita que a dívida se transforme em uma bola de neve impagável — devido aos juros — e permite voltar a aproveitar as vantagens de estar com o nome limpo.

Consulte se o seu nome está sujo

São vários os serviços de proteção ao crédito e cada um deles disponibiliza formas diferentes para o consumidor saber se seu CPF está restrito e quem são os credores. Algumas dessas alternativas são gratuitas e outras pagas. 

No caso do SPC, só é possível fazer a consulta gratuita indo até um dos postos de atendimento. Pela internet, são cobradas taxas de acesso.

Já a Serasa e a SCPC disponibilizam sites em que a consulta é feita sem custos, mediante cadastro.

Contate os credores

Com o nome das empresas em mãos, é preciso entrar em contato para obter os valores atualizados das dívidas, uma vez que provavelmente elas aumentaram por causa dos juros.

Negocie os valores

Se os valores atualizados forem muito altos e não permitirem o pagamento à vista, não hesite em negociá-los!

As empresas estão sempre interessadas em receber pelo menos parte do valor em atraso e, com uma boa conversa, é possível conseguir abatimento nos juros ou um parcelamento da dívida. Poucos dias após o pagamento da primeira parcela, o seu nome já é excluído do cadastro de devedores.

Lembre-se apenas de que essa nova forma de pagamento deve sempre estar adequada ao seu orçamento.

Não faça novas dívidas

Depois de passar por esse processo, o segredo é se planejar para evitar novas dívidas. Por isso, organize suas contas, não gastando mais do recebe e procurando formar uma reserva financeira para os momentos de dificuldade. 

Dessa forma, nunca mais será preciso se preocupar em limpar o seu nome no SPC.

Acha que este post pode ajudar alguns dos seus amigos? Então, compartilhe nas redes sociais!

Descubra agora como negociar suas dívidas online

Até pouco tempo atrás, quem queria negociar dívidas precisava ir ao estabelecimento ou à agência bancária e fazer isso pessoalmente. Quando muito, existia a possibilidade de resolver os assuntos por telefone.

Além de consumir nosso tempo com deslocamentos e eventuais filas, esse método de negociação costuma causar desconforto e constrangimentos.

Por isso, muitas empresas e serviços de proteção ao crédito já disponibilizam plataformas na internet. Com elas, além de contarmos com mais comodidade e discrição, é possível chegar a um acordo satisfatório para devedores e credores.

Se você ainda não conhece essa forma de resolver pendências financeiras, acompanhe o texto e saiba como negociar suas dívidas online.

O que fazer para negociar as dívidas online?

O foco dessas ferramentas digitais de negociação é centralizar todo o processo, para que ele seja feito completamente pela internet, sem contato com atendentes.

Para saber se uma dívida está apta a ser negociada dessa maneira, é preciso descobrir se ela foi incluída em alguma plataforma ou se a empresa credora disponibiliza um sistema próprio de cobrança.

Entre os sites mais conhecidos estão o Limpa Nome Online, mantido pela Serasa Experian, o Negociador Online, da Boa Vista SCPC, e o Acordo Certo, que une diversas empresas, entre grandes bancos e operadoras de telefonia.

O funcionamento de todos eles é parecido. O consumidor fornece CPF, demais dados pessoais e faz um cadastro com senha. Depois disso, são listadas as dívidas vinculadas ao CPF. 

No entanto, os débitos mostrados costumam variar de uma plataforma para outra, devido a acordos entre as empresas e serviços de proteção ao crédito.

Ao optar por negociar a dívida escolhida, o site vai apresenta o valor total atualizado e opções de parcelamento predefinidas. Se alguma delas for satisfatória, é só clicar, fechar o acordo e, logo em seguida, o boleto para pagamento em bancos ou casas lotéricas é gerado.

Caso contrário, o cliente pode solicitar que a empresa entre em contato para conversar sobre alternativas mais adequadas.

Quais cuidados tomar?

De forma geral, o ambiente virtual onde a negociação acontece é muito seguro. Por parte do consumidor, os cuidados devem ser os mesmos tomados em uma compra feita pela internet.

Sites confiáveis possuem uma certificação de segurança, simbolizada por um cadeado na barra de endereço. Com isso, as informações ali fornecidas ficam protegidas de terceiros. Para complementar, o computador utilizado deve sempre ter um antivírus instalado e, de preferência, ser de uso pessoal (ou seja, o ideal é evitar equipamentos públicos).

Quais são as vantagens?

Comodidade e discrição não são as únicas vantagens da negociação de dívidas pela internet. Confira outros benefícios:

  • agilidade;
  • menos burocracia;
  • acesso 24 horas por dia, inclusive em fins de semanas e feriados;
  • mais conforto, já que não é preciso sair de casa;
  • sem custos para o consumidor;
  • possibilidade de conseguir bons descontos em juros e multas.

Agora que você sabe como negociar suas dívidas online, evite novos débitos, organizando as despesas pessoais e sendo mais disciplinado com os gastos.

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Empréstimo online é confiável? Descubra aqui!

É só parar e pensar por um instante para conseguirmos uma grande lista do que já pode ser feito pela internet: compras, declaração do imposto de renda, transações bancárias são exemplos de serviços que estão a um clique de qualquer pessoa.

Mas o que alguns ainda não sabem é que atualmente já existe até a possibilidade de fazer empréstimo online. Seja para quitar dívidas ou para resolver uma situação de emergência, o crédito por meio digital é mais uma alternativa para quem preza por praticidade e rapidez na solução de problemas.

Mas, assim como em qualquer outra operação no ambiente digital, uma dúvida persiste: será que esse processo é confiável? Para saber a resposta, continue a leitura do post!

Como contratar um empréstimo online de forma segura?

A internet é um ambiente propício a golpes e a outras práticas criminosas. No entanto, se forem tomados os cuidados pertinentes, o empréstimo online pode ser feito de maneira segura. Então, confira algumas dicas para escolher um empréstimo online confiável.

Confira a reputação da empresa

O cuidado com a reputação da empresa que disponibiliza o empréstimo online deve ser o mesmo que você teria ao entrar em contato com uma agência física. Por isso, uma averiguação atenta evita boa parte dos problemas.

Como a maioria das empresas que ofertam esse serviço são correspondentes bancários, fica fácil checar diretamente com o banco se elas estão autorizadas a oferecer o crédito.

Correspondentes bancários são empresas credenciadas por bancos e instituições financeiras para prestar serviços aos clientes. O exemplo mais conhecido de correspondente bancário no “mundo físico” são as casas lotéricas.

Além disso, reclamações no Procon e em sites como o Reclame Aqui  são um bom parâmetro para avaliação.

Não faça pagamentos adiantados

Um dos golpes mais aplicados em quem procura empréstimos online é aquele em que uma proposta milagrosa é oferecida em troca do pagamento de valores antecipados. 

Para prevenir isso, nenhum valor deve ser quitado antes de o empréstimo ser concedido e a primeira parcela vencer. E fique atento, pois o pagamento é sempre feito em boletos com o CNPJ da empresa ou por meio de desconto em folha de pagamento — nunca por meio de depósitos em contas-correntes.

Cheque todos os custos da operação

Por fim, o chamado Custo Efetivo Total  (CET) da operação precisa ser claramente informado. Nessa taxa estão incluídos os juros, impostos e demais encargos que possam incidir. Ao tomar conhecimento desse número, o cliente consegue visualizar qual será o valor pago pelo empréstimo.

Quais são as vantagens de um empréstimo online?

Não enfrentar filas para conversar com o gerente do banco e resolver a sua situação a qualquer hora do dia, de forma prática e segura. Essas são as principais vantagens de quem opta por um empréstimo online. Contudo, não são as únicas.

A internet permite a comparação instantânea das condições ofertadas por diversas empresas. Portanto, é mais fácil encontrar a proposta mais adequada ao perfil do cliente. Por fim, por não terem custos com a manutenção de uma estrutura física de atendimento presencial, alguns desses sites conseguem oferecer taxas de juros um pouco menores.

É normal ter alguma desconfiança com as novas tecnologias, ainda mais quando elas envolvem questões financeiras. Apesar disso, com as devidas precauções, um empréstimo online deve estar sempre entre as alternativas consideradas por quem precisa de crédito.

Quer conhecer uma boa opção de empréstimo online? Entre em contato com a Noverde agora mesmo!

Como reduzir os gastos domésticos? Descubra agora com essas dicas!

Economia doméstica talvez não seja um assunto dos mais divertidos para se tratar num almoço de domingo. Mas, pelo bem das finanças familiares, é fundamental que em algum momento o tema vire pauta de conversa em casa.

Por sorte, reduzir os gastos domésticos não é tão difícil nem exige tanto esforço quanto parece. Algumas despesas são obrigatórias e fixas, como os impostos, o aluguel e o condomínio. Mas as que se referem a consumo, como contas de água, energia, supermercado e TV a cabo, podem ser controladas. E são as pequenas economias em cada uma delas que fazem uma diferença (e tanto) no orçamento!

Quer dicas de como reduzir os gastos domésticos? Continue a leitura e confira!

Para onde foi o dinheiro que estava aqui?

O primeiro passo para organizar as finanças, sejam elas pessoais ou domésticas, é entender para onde vai o dinheiro que entra na sua conta todo mês. Se você ainda não parou para mensurar qual porcentagem do total recebido é destinada para cada categoria de suas despesas, talvez seja o momento de descobrir.

O melhor jeito de fazer isso é, por no mínimo um mês, anotar todos os seus gastos — dos menores, como um simples café, aos mais significativos, como a parcela do financiamento. Você vai se surpreender como alguns supérfluos podem representar uma quantia significativa do seu orçamento sem que você perceba.

O último a sair apaga a luz

Brincadeiras à parte, quantas vezes, por pura preguiça, uma luz fica acesa à toa em cômodos onde não há ninguém? Ou ainda, com toda iluminação natural disponível, uma lâmpada está ligada sem necessidade? Comece a reparar nesses detalhes que geram muitos desperdícios.

A mesma atenção vale para o uso de água em casa. Feche bem as torneiras, junte as roupas para lavá-las de uma só vez, não demore muito no banho, entre outros hábitos. Aqui, não apenas o seu bolso, mas o meio ambiente também agradece.

Não faça supermercado com o estômago vazio

Fazer supermercado com fome pode fazer mal à sua saúde financeira! Isso porque a tentação de levar mais doces e guloseimas para casa se torna ainda maior. 

A dica é fazer as compras da semana ou do mês sempre com uma lista em mãos. Além de poupar tempo dentro do mercado, a economia financeira se torna evidente. 

Ansiedade e shopping não combinam

Sabe aqueles dias em que o dia de trabalho foi cansativo e o estresse e a ansiedade são elevados à milésima potência? É nesses momentos que você precisa ativar o autocontrole com todas as forças.

Isso inclui deixar para depois aquela visita inocente ao shopping para “relaxar”. Geralmente, esse escape se transforma em algumas compras por impulso e, por consequência, em parcelas a mais no cartão de crédito.

Poupar para conquistar

Mentalize essa frase, que pode ser uma continuidade da dica anterior. Em vez de lançar mão do cartão de crédito sem pensar, que tal criar um desafio e guardar dinheiro para comprar algo que tanto deseja? Assim, além de você praticar o consumo consciente, passará a trabalhar por um objetivo ou um sonho que deseja alcançar, e não apenas para pagar uma compra antiga.

É claro que ninguém está livre de imprevistos, e nesses casos o cartão de crédito é um verdadeiro “salvador da pátria”. Então, procure reservá-lo para esses momentos e certamente você conseguirá economizar.

Essas foram algumas sugestões de como reduzir gastos domésticos. E na sua opinião, qual a melhor maneira de fazer o dinheiro sobrar no fim do mês? Conte suas estratégias aqui abaixo, nos comentários!

5 dicas que vão lhe ajudar a viajar sem gastar muito

Quem espera o ano todo pelas merecidas férias ou por aquele feriado prolongado, não vê a hora de fazer as malas e se jogar na estrada! Viajar é revigorante, abre horizontes e renova nossa energias.

Mas para viajar com prazer e tranquilidade, sem a preocupação de gastar além do esperado, é preciso planejar a viagem com antecedência e seguir algumas estratégias para gastar pouco.

Quer saber como isso é possível? Então, confira nosso texto com 5 dicas espetaculares de como viajar sem gastar muito e não fique a ver navios!

1. Viaje em baixa temporada

Evite viajar no período de alta temporada, ou seja, durante as férias escolares e nas proximidades de festividades ou feriados.

Em baixa temporada, passagens, hospedagem, refeições e passeios costumam ficar bem mais em conta. Além disso, você pode usufruir de uma cidade menos cheia e ter maior facilidade de acesso aos serviços.

2. Escolha destinos menos procurados

Os locais mais buscados pelos turistas costumam ser os mais caros e badalados. Que tal pesquisar destinos nas proximidades da sua região e fazer uma viagem econômica?

A hospedagem provavelmente será mais acessível ao seu bolso e você ainda pode gastar um valor menor com o transporte.

3. Hospede-se em um hostel

O hostel, ou albergue, é uma opção prática de hospedagem com ótimo custo-benefício. Nesses locais, geralmente a cozinha e os quartos são compartilhados, o que propicia um ambiente descontraído e acolhedor aos turistas.

Outra grande vantagem é a possibilidade de pagar por diárias baratas e ainda economizar dinheiro com refeições e lanches preparados no local. O valor que você gastaria comendo fora, por exemplo, pode ser utilizado para fazer um passeio bem divertido.

O hostel pode ser uma boa alternativa tanto para amigos que viajam em grupo, como para quem ama viajar sozinho e deseja fazer novas amizades.

4. Alugue um quarto ou uma casa pelo Airbnb

Outra possibilidade para quem quer viajar sem gastar muito é o Airbnb, site em que proprietários e moradores disponibilizam ofertas de aluguéis no Brasil e no mundo inteiro.

Você pode optar por alugar um apartamento ou uma casa para passar uma temporada ou até mesmo para curtir um final de semana. Se quiser economizar ainda mais, dá para alugar um quarto em um apartamento e dividí-lo com outros hóspedes.

Para ter acesso a essa modalidade, é necessário inscrever-se na página do Airbnb e estar disposto a fazer muitas pesquisas, por que há uma infinidade de opções com preços super econômicos.

5. Aposte no couchsurfing

A opção do Couchsurfing, traduzida como “surfe no sofá”, é indicada para quem possui espírito aventureiro e deseja hospedar-se gratuitamente na casa de alguém disposto a oferecer ao viajante um sofá, um colchão na sala ou um quartinho.

O interessante é que esse tipo de anfitrião tem prazer em receber turistas e sempre está disposto a mostrar a cidade e fazer novos amigos.

Para ser um adepto da modalidade, é necessário se inscrever no site Couchsurfing e fazer uma busca pelo local e anfitrião de sua preferência. Desejamos boa sorte na escolha do sofá!

Se você gostou das nossas dicas de como viajar sem gastar muito, compartilhe este post nas suas redes sociais e comece a planejar a sua próxima viagem!

Como controlar minhas despesas mensais de forma eficiente?

Todo mundo sabe o quanto é difícil fazer o salário durar o mês todo. São tantas obrigações com as quais precisamos arcar que é comum sobrar dias e faltar dinheiro.

No entanto, com organização e disciplina, é possível contornar essa situação e ter controle sobre as despesas mensais.

E, para conseguir isso, não é preciso fazer nada mirabolante. Acompanhe nossas dicas.

Anote todas as despesas

Quando mencionamos que é preciso anotar todos os gastos, isso significa anotar tudo mesmo! São os pequenos custos, como aquele café na padaria ou o chocolate depois do almoço, que costumam causar rombos no orçamento.

Para colocar isso em prática, adote a ferramenta mais fácil para você: pode ser uma planilha eletrônica, uma caderneta de papel ou aplicativos para smartphones. O importante é não deixar passar nenhum centavo.

Confrontando todas as despesas com o que você efetivamente recebe, é possível ter uma dimensão da sua situação financeira e perceber se as saídas de recursos estão maiores que as entradas.

Veja onde é possível cortar

Depois de listar todos os gastos, é preciso identificar os excessos e cortá-los, por mais que isso pareça difícil.

Comece pelas despesas extras, que podem ser limitadas sem grandes problemas. Talvez um bom começo seja evitar os bares, restaurantes, salões de beleza, entre outros. Se não conseguir reduzir por completo, tente pelo menos diminuir a frequência.

Depois, veja como minimizar gastos fixos: troque o plano do celular, economize água, luz e gasolina e procure por marcas mais em conta no supermercado.

Separe o dinheiro das contas principais

Assim que o dinheiro do mês entrar na sua conta, reserve a quantia necessária para honrar os compromissos inadiáveis, como aluguel.

Essa atitude previne que sejam realizados gastos com outros itens, o que pode desfalcar o dinheiro para o essencial. Assim, você também evita realizar pagamentos com atraso e escapa da cobrança de juros, responsável por levar embora preciosos reais.

Pague à vista sempre que puder

É tentador dividir uma compra em várias vezes, em suaves parcelas. No entanto, o recomendável é pagar tudo à vista, sempre que possível.

Com o dinheiro em mãos, você consegue negociar descontos e não precisa pagar os juros que incidem sobre a maioria das formas de compra a prazo. Além disso, seu orçamento mensal não fica comprometido com mais uma despesa.

Evite o cartão de crédito

Outra forma de pagamento a ser evitada sempre que possível é o cartão de crédito. Embora ele ofereça alguns benefícios, como o acúmulo de milhas, é preciso custear uma anuidade, que não é barata.

Além disso, juros muito altos são cobrados, caso a fatura não seja paga integralmente. Por isso, opte por essa forma de pagamento apenas em casos de necessidade, assim como o cheque especial.

Se essas dicas forem seguidas corretamente, com o passar do tempo, você perceberá que as despesas mensais estarão dentro do seu salário. Depois, é só seguir nesse caminho e pensar em metas mais ousadas, como formar uma reserva financeira e, até mesmo, investir.

E quais são as suas estratégias para organizar as despesas e fazer o salário durar o mês todo? Conte pra gente nos comentários!

O que são despesas fixas e variáveis? Como controlá-las?

Quem administra as contas de casa sabe que ter controle sobre todos os custos é fundamental. Assim, um ponto importante na hora de classificar tudo o que sai do seu bolso é separar as despesas fixas e variáveis.

Entender cada um desses conceitos é simples e pode ajudá-lo a organizar melhor o orçamento. Por isso, preparamos este conteúdo com uma explicação detalhada e com as melhores dicas de como lidar com os dois tipos de gastos.

Acompanhe!

O que são despesas fixas?

As principais características das despesas fixas são sua periodicidade e o valor fixo (ou, no máximo, com pequenas variações). Pense em todos os boletos recebidos mensalmente: aluguel ou parcela de financiamento, condomínio, plano de saúde, mensalidades escolares, impostos…

Mesmo que ocorram pequenas alterações nos valores cobrados, essas contas chegam todo mês, não importa o que você faça. Elas não podem ser evitadas e nem deixarão de existir de um momento para outro. Em outras palavras, podemos dizer que as despesas fixas não sofrem influência do nível de consumo e da frequência ou uso de determinado produto ou serviço.

O que são despesas variáveis?

Já as despesas fixas têm o valor estipulado a partir do quanto foi consumido e podem não ser periódicas ou frequentes.

As contas de água, luz e telefone, por exemplo, são regulares, mas apresentam valores menores quando adotados hábitos de economia. A mesma situação vale para alimentação: a compra no supermercado pode sair mais barata se forem levados para casa produtos com preço mais em conta.

Por outro lado, existem despesas variáveis que não são periódicas e podem deixar de existir. Nessa definição entram gastos com lazer, fatura do cartão de crédito, juros, medicamentos, roupas, transporte, combustível, entre outras. Se você não utilizar o cartão de crédito, não vai precisar pagar a fatura, certo?

Como controlar as despesas fixas e variáveis?

Compreender as diferenças entre despesas fixas e variáveis tem uma função prática. A partir do momento em que o orçamento de casa é dividido entre esses dois gastos, fica mais simples determinar quais podem ser cortados para economizar. Além disso, as dicas apresentadas a seguir também ajudam.

Anote todos os gastos

Colocar todas as despesas em uma planilha é a melhor maneira de perceber por onde o dinheiro está escorrendo. Provavelmente, você perceberá que o grande vilão do seu orçamento são os pequenos gastos do dia a dia, aqueles feitos sem refletir muito. Por isso, não omita nada na hora de lançar os valores.

Separe o dinheiro das despesas fixas

Recebeu o salário? Separe imediatamente o necessário para pagar as contas fixas. Isso evita que a sua remuneração seja desperdiçada com outras coisas e falte para essas despesas.

Determine um valor máximo para as despesas variáveis

Cortar gastos não significa dispensar o lazer ou qualquer outro gasto variável. No entanto, siga um conselho útil para não perder o controle: antes de sair de casa, determine um limite de quanto será gasto e se mantenha nele. O ideal é separar uma fatia do salário apenas para essas despesas e administrá-la ao longo do mês.

Obviamente, apenas saber quais são as suas despesas fixas e variáveis não vai salvar o seu orçamento magicamente. Mas unindo esse conhecimento a um pouco de organização e disciplina, tal tarefa certamente será mais tranquila.

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Educação financeira infantil: entenda a importância e saiba como fazer

Se você pensa que dinheiro não é assunto de criança, está muito enganado. Ensinar os pequenos a lidar com as finanças desde cedo é essencial, para que eles possam ser adultos que gastam de forma responsável e consigam atingir seus objetivos de vida. Porém, como conduzir a educação financeira infantil da melhor forma?

Para te ajudar nessa tarefa complexa, preparamos algumas sugestões úteis para ensinar as crianças as primeiras lições de como agir na hora de gastar.

Dê uma mesada

A mesada não é apenas um dinheiro que a criança gasta com seus desejos. Ela é um excelente instrumento de educação financeira.

O ideal é que a quantia não seja muito alta e seja vinculada a contrapartidas, como obtenção de boas notas na escola ou ajuda com pequenos afazeres domésticos (arrumar o próprio quarto, por exemplo).

O valor reduzido leva a criança a ter que fazer escolhas na hora de adquirir algum item, o que leva ao aprendizado de como utilizar os recursos disponíveis de maneira inteligente.

Nos primeiros meses, peça uma simplificada prestação de contas sobre como o dinheiro foi gasto e incentive a criança a registrar todas as despesas. Isso ajuda em dois pontos: mostra como ter controle sobre um orçamento e estimula a realização de operações matemáticas básicas.

No entanto, não é recomendado oferecer mesada a crianças muito pequenas. A partir do momento em que meninos e meninas se tornam capazes de trabalhar com números, o valor mensal (ou semanal) já pode ser concedido.

Ensine como economizar

Para que seu filho possa comprar algo que vai além do valor da mesada, ensine-o a economizar. Diga a ele que, poupando uma parte do valor todo mês, ele conseguirá comprar um brinquedo melhor no futuro ou um jogo de videogame novo.

Além disso, ajude-o a organizar o que foi economizado e a definir metas. O bom e velho cofrinho pode ser um aliado nesse momento.

Mostre como funcionam as contas da família

Não faça mistério e mostre claramente como as contas de casa são pagas. Desde muito pequena, a criança já percebe que as pessoas trocam dinheiro por produtos, mas é importante explicitar quanto custa cada item utilizado pela família.

Explique como as contas mensais chegam em casa e que é preciso pagar os boletos para que todos possam utilizar água, energia elétrica e internet, por exemplo. Mostre os cartões de crédito e o talão de cheques e diga que aquelas são formas alternativas de comprar e pagar, mas que custam dinheiro da mesma forma.

Lembre-se de que os pais são o principal exemplo para os filhos. Se os pequenos percebem que os responsáveis se preocupam com o orçamento doméstico, existe grandes chances de eles repetirem o comportamento.

Convide a criança para ajudar nas compras

Dependendo da situação, o ideal é não levar as crianças ao supermercado. Mas, em alguns casos, essa pode ser uma atitude interessante, principalmente se elas já forem maiores.

Diga que você precisa de determinado item e ajude-as a perceber que existem diferenças de preços, quantidades e qualidades entre produtos similares. Depois, pergunte qual seria a melhor escolha. Assim, os pequenos vão se sentindo colaboradores do orçamento familiar.

A educação financeira infantil é um processo longo, que deve ser feito de forma constante para gerar resultados. Portanto, essas dicas podem ser implementadas aos poucos, de forma leve e de acordo com a idade da criança.

Agora, se você está procurando formas de economizar no supermercado, leia este outro texto aqui do blog!

4 aplicativos de finanças que podem ajudar no seu dia a dia

Administrar os nossos ganhos e os nossos gastos é uma tarefa bastante difícil. Saber quando e quanto nossos gastos consumiram dos nossos ganhos é algo bem difícil de controlar. Logo, aplicativos de finanças vêm se tornando uma ferramenta bastante útil nas nossas vidas.

Para aqueles que possuem ainda o desejo de juntar dinheiro para uma viagem, um carro ou um imóvel, a utilização desses aplicativos passa a ser praticamente indispensável.

Para assumir o controle das suas finanças, iremos apresentar 4 aplicativos que auxiliarão na hora de fazer seu planejamento orçamentário. Confira!

1. GuiaBolso

Totalmente gratuito.

Disponível para: Android e iOS.

Nota média é 4 em 5.

O GuiaBolso foi criado para aqueles usuários que possuem pouco tempo para administrar seu controle financeiro. Ele permite a sincronização das suas contas bancárias e cartões de créditos, sendo assim, você não precisa adicionar manualmente todas as suas transações, pois elas serão registradas automaticamente.

O app possui uma categorização automática de seus gastos, eles são organizados pelo próprio aplicativo, tornando mais simples a visualização para onde seu dinheiro está indo.

Outra função bastante útil é o radar CPF, você pode consultar seu CPF de forma gratuita pelo aplicativo. Ter o nome limpo é um passo bastante importante para começar a ter uma vida financeira saudável. Mais uma ferramenta interessante é a comparação dos empréstimos online disponíveis, buscando as menores taxas de juros e a possibilidade de fazer a contratação por meio do próprio aplicativo.

2. Toshl Finance

É gratuito, porém para desfrutar de todo seu conteúdo, o usuário deve desembolsar uma quantia que pode variar de R$ 2,54 a R$ 124,99 por item.

Disponível para: Android, iOS e Windows Phone.

Nota média é 4,3 em 5.

O Toshl Finance permite que você administre todos os seus cartões e dinheiros em um só lugar. Você pode conectar suas contas ou inserir suas despesas manualmente usando os apps rápidos e inteligentes da Toshl. Ele também possibilita que os dados alocados no aplicativo sejam exportados para outros softwares, como o Excel, PDF ou Google Docs.

Outras funcionalidades que o app permite são: controle total do orçamento; monitoramento dos seus gastos com comidas, contas, cartões; criação e análise de metas, proporcionando otimização dos gastos, mostrando onde você gasta mais e onde pode economizar.

3 Finance

Totalmente gratuito.

Disponível para: Android e iOS.

Nota média é 4 em 5.

Um dos principais atrativos deste app é que ele permite adicionar tanto contas internacionais quanto nacionais, facilitando assim o controle financeiro.

O App também permite a inserção de uma lista de compras, que podem sofrer atualizações de preços para você adequar dentro do seu orçamento de acordo com suas necessidades. Quais listas são essas?

– Dia a dia, como padarias e supermercados.

– Longo prazo, como móveis e manutenção do veículo.

– Sonhos, como imóveis, viagens ou carros.

Ele também conta com possibilidade de transferência de dinheiro entre contas de dentro do aplicativo e fotografar recibos ou notas para anexação no app.

4. Mobilis

O Mobilis é um aplicativo gratuito, porém para desfrutar de todo seu conteúdo, o usuário deve desembolsar uma quantia que pode variar de R$ 9,99 a R$ 79,99 por item.

Disponível para: Android, iOS e Windows Phone.

Sua nota média entre os usuários é 4,6 em 5.

O Mobilis permite um controle de todas as suas despesas, promovendo orçamentos e colocando tudo em gráficos e relatórios.

Todo o banco de dados que você gera no aplicativo fica nas nuvens, pois se você quiser acessar do seu computador ou tablet o aplicativo possui uma plataforma online.

Os principais diferenciais do Mobilis são: importação de dados via SMS; emissão de extrato mensal; categorização das despesas por geolocalização; widget para acesso e cadastro rápido de despesas.

Ter o controle de todo seu orçamento é uma tarefa bastante complicada, principalmente para você que trabalha o dia todo e possui tarefas para serem realizadas nos horários vagos. Logo, utilizar aplicativos de finanças pode otimizar seu tempo na hora de planejar seu orçamento e calcular suas despesas, fazendo com que você tenha um maior controle sobre seu dinheiro.

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